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Segurança pública tem que ser vista como fator de desenvolvimento

Confira a publicação ‘Construção de uma nova narrativa democrática para a Segurança Pública’

Por Luana Copini, da Rede Nossa São Paulo

As cidades constituem os espaços nos quais os cidadãos exercem seus deveres e reivindicam seus direitos, dentre eles mais qualidade de vida e acesso a serviços públicos eficientes. É também nas cidades que os cidadãos vivem a violência e a exclusão territorial, por esta razão, falar de cidade é também falar do lócus de inovação para quaisquer narrativas que se demonstrem transformadoras da realidade.

E, neste contexto, a segurança pública não é apenas responsabilidade exclusiva das Polícias ou da Justiça, tendo o município um papel fundamental na garantia de direitos e na mediação de conflitos.

O Fórum Brasileiro de Segurança, com apoio do Instituto Arapyaú, elaborou um documento com o objetivo de trazer o município para o centro do debate na promoção de cidades mais seguras.

Samira Bueno, diretora executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, afirma que o Brasil é um país extremamente violento, mais do que muitos países em guerra. "Por exemplo, na Síria, o número de mortos foi de 256 mil para 279 mil no Brasil, durante o mesmo período".

Clique aqui e acesse a apresentação de Samira Bueno.

De acordo com ela, a violência é desigualmente distribuída pelo território e de formas diferentes. "Cabe aos municípios lidar com ações de prevenção e combate da violência, de empoderamento da mulher, de conscientização e de guarda", destaca.

O estudo intitulado ‘Construção de uma nova narrativa democrática para a Segurança Pública’ é também uma ferramenta de gestão. O material busca promover uma nova abordagem para a questão da segurança pública e da prevenção da violência, valorizando o enfoque territorial e o papel dos municípios, com destaque para boas práticas encontradas no país e para proposição de indicadores de monitoramento dessas ações.

Clique aqui e confira a publicação ‘Construção de uma nova narrativa democrática para a Segurança Pública’